Em um dia comum em Marília, São Paulo, uma briga conjugal terminou em tragédia. Além disso, a mulher de 30 anos, desaparecida desde 2024, foi encontrada enterrada no quintal de casa. Portanto, esse caso de feminicídio Marília choca a comunidade e destaca a violência doméstica. No entanto, a confissão do marido revela detalhes sombrios. Assim, o gancho emocional surge: quantas vidas mais serão perdidas?
O que aconteceu no crime de feminicídio Marília?
Primeiramente, a polícia recebeu uma denúncia anônima em 28 de agosto de 2025. Em seguida, escavaram o quintal de uma casa no bairro Terras de São Paulo, zona norte de Marília. Por isso, encontraram o corpo em decomposição avançada. Além disso, o marido confessou ter matado a esposa com um golpe de amortecedor durante uma discussão. Logo após, ele enterrou o corpo e mudou-se um mês depois.
Aqui vão os fatos principais em lista:
- A vítima desapareceu em 2024 e morava com o marido na casa.
- O golpe fatal ocorreu na cabeça, usando uma peça de carro como arma.
- O corpo ficou enterrado por cerca de um ano até a descoberta.
- A residência agora é ocupada por outra família, sem ligação com o crime.
Quais os impactos sociais desse caso de violência doméstica?
Em primeiro lugar, casos como esse aumentam a conscientização sobre violência contra a mulher. Por consequência, comunidades locais em Marília podem demandar mais apoio psicológico e legal. Além disso, economicamente, famílias afetadas enfrentam perdas, como custos com investigações. Politicamente, pressiona leis mais rígidas contra feminicídio. No entanto, o impacto ambiental é mínimo, mas socialmente, reforça o medo em relacionamentos abusivos.
Veja os impactos práticos em lista:
- Aumento de denúncias via Ligue 180, canal de ajuda a vítimas.
- Perda de confiança em vizinhanças, afetando coesão social.
- Custo público com perícia e prisões, sobrecarregando o sistema judiciário.
- Estímulo a campanhas educativas nas escolas sobre igualdade de gênero.
O que dizem especialistas sobre o feminicídio no Brasil?
Especialistas do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) alertam para o crescimento gradual de casos. Por exemplo, em 2025, o Brasil registra quatro feminicídios por dia, totalizando 718 no primeiro semestre. Além disso, análises críticas apontam que 97% dos autores são homens, muitas vezes parceiros. Portanto, o Anuário Brasileiro de Segurança Pública enfatiza a necessidade de prevenção. No entanto, o Mapa da Violência contra a Mulher destaca que negras representam 63,6% das vítimas.
Confira dados chave em lista:
- Quatro mulheres mortas por dia em 2025, um recorde histórico.
- 8 em cada 10 vítimas assassinadas por companheiros ou ex.
- Redução de 5% em feminicídios em 2024, mas tendência de alta persiste.
- Mais de 21 milhões de brasileiras sofreram violência nos últimos 12 meses.
Por fim, esse feminicídio Marília nos faz refletir sobre a urgência de combater a violência doméstica. Assim, perspectivas futuras incluem leis mais fortes e educação. Portanto, denuncie casos suspeitos e apoie vítimas. Enfim, a sociedade deve unir forças para um futuro sem medo.
FAQs Relevantes
- Quem é o suspeito no caso de feminicídio Marília? O suspeito é Manoel Messias Cândido, de 54 anos, marido da vítima, que confessou o crime e está preso por ocultação de cadáver.
- Como a mulher foi morta em Marília? A vítima de 30 anos recebeu um golpe fatal na cabeça com um amortecedor de carro durante uma briga doméstica em 2024.
- O que a polícia descobriu na investigação? Após denúncia anônima, o corpo foi encontrado enterrado no quintal da casa em Marília, e o laudo confirmou o estado avançado de decomposição.
- Qual o status atual do caso? A polícia investiga como feminicídio, com identificação da vítima pendente de exame de DNA, e o suspeito foi autuado em flagrante.
Créditos: Matéria baseada em reportagem do G1 Globo, com dados complementares de Estadão, Folha de S.Paulo e Anuário Brasileiro de Segurança Pública, conforme Lei de Direitos Autorais.

